
Como um barco à derivaSem nenhum portoNaveguei pela vidaRefletida nos rostos alheiosMinha imagem víEm todos que encontravaAs finas cortinas do meu quartoNão escondem o dia, nem a noitePorque gosto de saberQuando estou na claridadeE quando estou na escuridãoMetáforas me atingem como um raio silenciosoPosso ver apenas a luzSem ouvir os estrondos que me assustamÉ como brincar de dizerNo esconde-esconde de palavras.Geralmente as pessoas sempre sabemO que seus ouvidosGostam de ouvir...
















