Abstrato


Na segunda chance de viver
Tento ser o que me foi esquecido
O que mais semeei, desisti de colher...
Pois,que, o mais essencial agora me chama.
Dos retratos de mim, do contorno de perfis
O que consigo tocar com as mãos
Já me é indiferente...
Quero o roçar do abstrato!
Do que mais sublime e verdadeiro posso sentir
O que somente a emoção consegue exilar
No seu doce e leve embalo,
Tento extrair o sumo de melhor ser
Afinando a percepção
a capturar o que de mais límpido e insano há em mim.

2 comentários:

Fernanda Passos disse...

Lindo Maria, Lindo. Visita meu blog tb www.pnaveia.blogspot.com beijos

Flavia disse...

Toca na alma, como tudo que se lê por aqui.
Doces palavras, doce lugar, belo passeio açucarado...

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